domingo, 28 de setembro de 2008

Governo anuncia iluminação do Pelourinho, mas defensores da área temem exagero


Mary Weinstein, do A TARDE


Catedral Basílica também será iluminada

Olhar o Elevador Lacerda da Praça Cayru pode provocar uma certa curiosidade, especialmente por causa da iluminação que jogaram sobre ele. É roxa. Em seguida, verde. Depois, amarela.

No Morro do Cristo, Barra, as lâmpadas estão embutidas em postes de aço que aparecem tanto quanto o monumento malconservado do italiano De Chirico. As luzes, nesses casos, desvalorizam o que se quer ver acentuado. O assunto adquire importância ainda maior agora, quando o governo estadual anuncia que 23 monumentos no Terreiro de Jesus, Pelourinho, Carmo e Praça da Sé terão uma “iluminação cênica”.

Outra providência é que as luzes no Pelourinho e na Baixa dos Sapateiros serão intensificadas para que nenhum ponto fique às escuras. O objetivo é tornar becos e ruas seguros. O conjunto da obra vai custar R$ 4,8 milhões, a serem pagos por meio da Lei de Mecenato.

As novas luzes deverão começar a ser colocadas até dezembro, mas, desde já – momento em que se projeta o artifício –, suscitam interrogações referentes à adequação da ação, cujo alvo é um conjunto colonial de extraordinária importância – o do Centro Histórico de Salvador.

A notícia motivou questionamentos desde que A TARDE divulgou que o engenheiro Plínio Godoy, que iluminou a ponte estaiada Otávio Frias de Oliveira em São Paulo, seria o autor do projeto de colocação das luzes sobre os monumentos aqui na Bahia. Recém-inaugurada, a ponte muda de cor consecutivamente e se tornou ponto turístico por causa do espetáculo que passou a oferecer.

Entendimento – O presidente da Associação Cultural Viva Salvador, Dimitri Ganzelevitch, pensou que, se não houver um entendimento desde já sobre o que se quer e se pode fazer nesta área que é Patrimônio da Humanidade, a situação pode se tornar tão grave quanto a que culminou com a retirada das pedras portuguesas da Barra.

Ganzelevitch lembrou de uma visita que fez ao Parthenon, em Atenas. “Em uma viagem turística, sentamos em um restaurante que tinha uma vista panorâmica para a Acrópole. De repente, a paisagem fica roxa, depois, lilás, e assim por diante. Era abominável. Tinha som também, mas, felizmente, de onde nós estávamos, não dava para ouvir. Só de pensar que podem fazer a mesma coisa com a Catedral Basílica, com a Igreja de São Francisco (que já tem espetáculo de som e luz sobre as talhas barrocas) ou com a Igreja do Rosário dos Pretos, me assustei”, reagiu Ganzelevitch, que vem se empenhando na defesa do patrimônio material e imaterial de Salvador.

“O Centro Histórico não são simplesmente monumentos isolados. Tem que haver um entendimento daquele contexto. Todas as casas são lindas, as janelas, as sacadas, as maçanetas das portas. A arquitetura barroca é um espetáculo por si só”, disse, preocupado com o risco de se enfeitar demais o Pelourinho.

“Não é porque esse engenheiro fez um aparato technicolor em São Paulo que se tornou a pessoa mais adequada para a missão em Salvador. Uma coisa é fazer uma pirotecnia sobre uma ponte moderna. Outra é valorizar um lugar que é Patrimônio da Humanidade. Devia se fazer uma concorrência, um concurso”, sugeriu.

Na assinatura do protocolo de intenções desses projetos, o governador Jaques Wagner falou sobre a implantação de shows de som e luz no Pelourinho, a exemplo dos que assistiu em outros países que visitou. O governador acha que a música pode atrair mais freqüentadores. E lamentou não haver verba para fazer isso agora, de forma completa, em Salvador.

Sobre a sugestão, o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leonardo Falangola, disse que o governador “tem o direito de se manifestar” e lembrou que “já existe uma fonte luminosa na Praça da Sé que conta com recursos do gênero”. Ele disse que este projeto passa necessariamente pelo Iphan. Sobre a iluminação, a coordenadora do Escritório de Revitalização do Centro Antigo, Beatriz Lima, garantiu que não haverá troca de luzes sobre monumentos.

Iluminação – A diretora da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia, Solange Souza, que é doutora na área de iluminação e metodologia de projetos, diz que o fundamental ao iluminar é entender o contexto. “É importante compreender a história, a dinâmica e a leitura que se faz do espaço, até para que se possa destacar os elementos que devem ser valorizados e qual tecnologia deve ser usada”, disse ela.

Conforme a diretora, é preciso haver compreensão plena das texturas e do uso para que se eleja elementos que não alterem as formas do que se quer iluminar. “O que se percebe é que, muitas vezes, a luz entra em competição com a obra. E não se pode ter manchas ou ofuscamentos excessivos”, orienta a professora.
Ela explica que, quando a quantidade de luz é grande, acaba se descaracterizando a forma arquitetônica. É importante se localizar o ponto de luz e escolher a cor, evitando poluição visual. “Às vezes, não tem fios à vista, mas tem tantos canhões que acabam com a limpeza da leitura”, disse Solange Souza.

Para ela, não é interessante transformar o objeto em espetáculo. “Ele é o que ele é. Expressa história. Não deve ser mascarado. Se é teatro, aí vale. Mas, em arquitetura, o que se busca é a discrição, a sobriedade e o respeito pela obra. No caso de Salvador, você tem que mostrar o casario e respeitar a identidade, as formas e as cores”, finalizou.

A coordenadora de Eficiência Energética da Coelba, Ana Cristina Mascarenhas, informou que a iluminação será feita com lâmpadas do tipo LED (Light Emissor Diod), que ilumina melhor e por um custo menor. O projeto é uma parceria entre a Coelba, e a Secretaria de Cultura (Secult), com a participação da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e do Fórum Municipal para o Desenvolvimento Sustentável do Centro da Cidade.

http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=971213

Construção do Hilton é passo importante para a revitalização do Comércio


Há dois anos, o grupo português Imocom tenta construir, no Comércio, a primeira unidade da rede no Nordeste. De acordo com o projeto inicial, deveria ser aberto em janeiro de 2009, mas teve que enfrentar, durante meses, um embargo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

'O que prejudica a cidade e empreendimentos do porte do Hilton não é o Iphan, mas a metodologia e a falta de preparo dele para atuar. O Iphan só pensa na proibição, mas não cria mecanismos para dar celeridade às análises e liberar os entraves', critica critica o coordenador- geral do Escritório de Revitalização do Comércio, Marcos Cidreira.
De acordo com o economista Armando Avena, professor das universidades Estadual da Bahia (Uneb) e Federal da Bahia (Ufba), o primeiro impacto que a paralisação de obras acarreta é sobre o custo do empreendimento. 'O investimento cresce exponencialmente, porque é preciso dispensar empresas, demitir pessoas, que depois terão que ser recontratadas. Sem falar das readequações de projeto e do dinheiro que fica parado, sem poder ser usado em outra coisa', aponta. Avena estima um aumento entre 10% e 20% nos valores empregados.
Matéria do Correio da Bahia domingo 28/09/08.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Estimativas da população para 2008 segundo o IBGE – Estados, Capitais, Regiões Metropolitanas e Municípios com mais de 100 mil habitantes – Nordeste

Estados do Nordeste

01-Bahia –14.502.575
02-Pernambuco –8.734.194
03-Ceará –8.450.527
04-Maranhão –6.305.539
05-Paraíba –3.742.606
06-Alagoas –3.127.557
07-Piauí –3.119.697
08-Rio Grande do Norte –3.106.430
09-Sergipe –1.999.374



Capitais do Nordeste

01-Salvador (BA) –2.948.733
02-Fortaleza (CE) –2.473.614
03-Recife (PE) –1.549.980
04-São Luís (MA) – 986.826
05-Maceió (AL) – 924.143
06-Natal (RN) – 798.065
07-Teresina (PI) – 793.915
08-João Pessoa (PB) – 693.082
09-Aracaju (SE) – 536.785


Regiões Metropolitanas do Nordeste

01-RM de Salvador-BA – 3.767.902
-Municípios - (Salvador, Camaçari, Candeias, Dias d'Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho, Vera Cruz).

02--RM de Recife-PE -3.731.719
-Municípios - (Recife, Abreu e Lima, Araçoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Igarassu, Ipojuca, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, São Lourenço da Mata).

03-RM de Fortaleza-CE -3.517.375
-Municípios - (Fortaleza, Aquiraz, Caucaia, Chorozinho, Eusébio, Guaiubá, Horizonte, Itaitinga, Maracanaú, Maranguape, Pacajus, Pacatuba, São Gonçalo do Amarante).

04-RM de Natal-RN -1.294.899
-Municípios - (Natal, Ceará-Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamimim, São Gonçalo do Amarante, São José do Mapibu).

05-RM de São Luís-MA –1.271.110
-Municípios - (Sâo Luís, Alcântara, Paço do Lumiar, Raposa, São José do Ribamar).


06-RM de Maceió-AL -1.145.358
-Municípios - (Maceió, Barra de São Miguel, Barra de Santo Antônio, Coqueiro Seco, Marechal Deodoro, Messias, Paripueira, Pilar, Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte).

07-RM de João Pessoa-PB -1.077.944
-Municípios - (João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mamanguape, Rio Tinto, Santa Rita).

08-RM de Aracaju-SE –784.036
-Municípios - (Aracaju, Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro, São Cristovão).


Municípios com mais de 100 mil habitantes no Nordeste

01-Salvador (BA) – 2.948.733
02-Fortaleza (CE) – 2.473.614
03-Recife (PE) – 1.549.980
04-São Luís (MA) – 986.826
05-Maceió (AL) – 924.143
06-Natal (RN) – 798.065
07-Teresina (PI) – 793.915
08-João Pessoa (PB) – 693.082
09-Jaboatão dos Guararapes (PE) – 678.346
10-Feira de Santana (BA) – 584.497
11-Aracaju (SE) – 536.785
12-Olinda (PE) – 394.850
13-Campina Grande (PB) – 381.422
14-Caucaia (CE) – 326.811
15-Paulista (PE) – 314.302
16-Vitória da Conquista (BA) – 313.898
17-Caruaru (PE) – 294.558
18-Petrolina (PE) – 276.174
19-Juazeiro do Norte (CE) – 246.515
20-Mossoró (RN) – 241.645
21-Juazeiro (BA) – 237.627
22-Imperatriz (MA) – 236.311
23-Camaçari (BA) – 227.955
24-Ilhéus (BA) – 219.710
25-Itabuna (BA) – 212.245
26-Arapiraca (AL) – 208.447
27-Maracanaú (CE) – 199.808
28-Sobral (CE) – 180.046
29-Parnamirim (RN) – 178.819
30-Cabo de Santo Agostinho (PE) – 169.986
31-Nossa Senhora do Socorro (SE) – 153.253
32-Lauro de Freitas (BA) – 153.016
33-Jequié (BA) – 150.351
34-Timon (MA) – 148.804
35-Caxias (MA) – 147.416
36-Parnaíba (PI) – 144.892
37-Camaragibe (PE) – 141.973
38-Alagoinhas (BA) – 137.202
39-São José do Ribamar (MA) – 135.821
40-Barreiras (BA) – 135.650
41-Garanhuns (PE) – 130.154
42-Santa Rita (PB) – 125.858
43-Vitória de Santo Antão (PE) – 125.681
44-Teixeira de Freitas (BA) – 123.858
45-Porto Seguro (BA) – 120.460
46-Crato (CE) – 115.724
47-Simões Filho (BA) – 114.649
48-Codó (MA) - 113.768
49-Itapipoca (CE) 112.662
50-Maranguape (CE) – 108.525
51-Paulo Afonso (BA) – 105.873
52-Poço do Lumiar(MA) - 101.452
53-Açailândia (MA) – 100.017


Fonte:IBGE
www.ibge.gov.br

Cajazeiras e sua estrutura urbana atual - a realidade


A tualmente, o bairro de Cajazeiras apresenta características iguais a qualquer outro bairro de Salvador, apesar de ter sido "planejado". Ocupando uma área de 20 milhões de metros quadrados e somando uma população estimada em mais de 400.000 habitantes, Cajazeiras mais parece uma cidade dentro de Salvador. Com vinte anos de idade e sendo considerado o primeiro bairro previamente planejado de Salvador, cresceu tanto que passou a Ter vida própria. E como acontece com todos os bairros da cidade, também sofreu um processo muito grande de desordenamento e necessita de obras de infra-estrutura para que a sua população tenha melhores condições de vida.
O SURGIMENTO DAS INVASÕES

O complexo formado por nove Cajazeiras, quatro Fazendas Grande e a Boca da Mata, é considerado o maior da América Latina. Apesar disso, convive com invasões nas encostas e nos vales do Projeto que se tornaram favelas e aumentam a cada dia abrigando atualmente 50.000 pessoas, indicando o agravamento de problemas sociais, pois o grande numero das invasões que surgiram no seu entorno, nos últimos anos, pode ser considerado como fator preponderante para o inchaço populacional, contribuindo para o desequilíbrio habitacional do bairro. E estes moradores das áreas invadidas são os mais necessitados de assistência, uma vez que são discriminados pela comunidade dos conjuntos, que não gosta da presença dos excluídos sociais. Apesar o surgimento dos barracos de madeira, taipa e alguns já de parede de tijolo sem reboca contrasta com a arquitetura dos conjuntos habitacionais, o que da ao bairro uma feição urbana única quando comparado com outros locais da cidade. Muitas dessas invasões já são bairros oficializados pelas autoridades, como é o caso do Conjunto Jaguaripe I e II, localizado próximo a Cajazeira VIII que foi beneficiado com o Programa Viver Melhor do Governo do Estado que tem como finalidade melhorar a qualidade de vida da população de baixa renda residente em áreas de risco ou insalubres, começando assim a surgir ruas estruturadas, rede de esgotos, água e energia, além da regularização fundiária a das ações sócio-educativas desenvolvidas em parceira com a comunidade. Outro bairro que também surgiu em Cajazeiras devido as invasões de terras foi o Parque São José que já possui 17 anos, e somente há pouco mais de um mês começaram as obras de infra-estrutura. Existe Loteamento cerca de 500 casas.

Ainda se constrói problemas

A Boca da Mata foi planejada como última etapa da construção de Cajazeira, tendo iniciada há dez anos, e implantado integrado aos setores 5, 6 e 7 da Fazenda Grande IV. Hoje nesse mesmo local está sendo construído um Conjunto financiado pela Caixa Econômica Federal e com o crescimento contínuo da área só realçarão os problemas de infra-estrutura local, pois não existe nenhuma previsão de melhoramentos nos serviços visando atender a futura demanda, principalmente na área do transporte coletivo. 5.2 SERVIÇOS Cajazeiras tornou-se um bairro inchado e necessita de um bom desenvolvimento quando o assunto é serviços, pois apesar de possuir comércio próprio, a estrutura inicialmente projetada ou praticada tornou-se insuficiente para atender a atual demanda populacional que cresceu numa proporção inimaginável.

Educação

Os moradores de Cajazeiras X são privilegiados na área educacional. No local, funciona a Escola Básica e Profissional Fundação Bradesco, que se destaca pelo método de aprendizado, considerado bastante avançado. A Fundação assiste 1.329 alunos distribuídos dos cursos da alfabetização ao 2º grau. Os estudantes aprendem com a linha construtivista, de Emília Ferrero, o que significa que os professores trabalham criativamente na sala de aula, com o material trazido pelos alunos. Os estudantes, além da educação gratuita, recebem completo fardamento duas vezes ao ano, material didático e assistência médica e odontológica. Também têm direito a um cardápio variado de merenda. Entre as opções, sopa de verdura, macarronada e feijão tropeiro. A Fundação Bradesco, estabelecida desde 1985 em Cajazeiras X, também oferece à comunidade cursos intensivos de culinária, corte e costura, manicure e pedicure, artesanato, tapeçaria e confeitaria, além de cursos de informática. O laboratório da escola, só para se ter uma idéia, abriga 34 computadores de última geração. Outro ganho para os estudantes é a biblioteca, que tem um acervo de 12 mil livros. O bairro possui também diversas escolas particulares, públicas municipais e estaduais em todos os níveis educacionais, alem de creches.

Saúde

Na área de saúde, Cajazeira possui dois postos de saúde, um na Cajazeira II e outro na Cajazeira VIII, este último oferece serviço de emergência, mas os moradores necessitam de outras unidades pois existe a reclamação de que estes postos não atendem satisfatoriamente, ou quando não falta material falta medico. Alem destes equipamentos, o bairro dispões também da Maternidade Albert Sabin, do Hospital Geral de Cajazeiras, o Hospital Jaar Andrade e de várias clinicas particulares. A Maternidade e o Hospital Geral necessitam de ampliação pois alem de atender a atual demanda populacional de Cajazeira / Fazenda Grande, eles são usados também por pessoas de outros bairros, como também por moradores de outras cidades da Grande Salvador. O Hospital Jaar Andrade, localizado no bairro de Cajazeira VIII, e tem a capacidade de internamento em 115 leitos, além de agregar vários serviços com utilização de modernos equipamentos médicos. Atualmente, cerca de 400 pessoas são atendidas diariamente através de vários convênios, com exceção do SUS, que paga hoje R$ 2 por consulta. O corpo médico tem 130 profissionais, e o quadro total de funcionários é de 210 trabalhadores. o hospital, atende uma população em torno de 500 mil pessoas compreendendo vários bairros como de Pau da Lima, Colinas de Pituaçu, Paralela, Jardim Dom Avelar, Pirajá, Cajazeiras e outros adjacentes., e realiza cirurgias cardíacas, atendimento de tomografia, densiometria, ecocardiograma, duplex e hemodinâmica. O Hospital Jaar Andrade surgiu há pouco mais de cinco anos na Estrada do Coqueiro Grande, nº 2.009, no bairro de Cajazeira VIII, quando o casal de Jaar e Deusa Andrade decidiu deixar a cidade de Franca no interior paulista e investir suas economias numa pequena clínica, que foi crescendo, e agora já é um moderno hospital com 115 leitos. O casal permaneceu em Franca durante 20 anos, sendo que Jaar trabalhava como obstetra e ginecologista e sua esposa Deusa como pediatra. A presença do casal em Salvador começou em 1994.

Segurança

A segurança em Cajazeiras está a cargo da 3ª Companhia Independente da Policia Militar, que com um efetivo de com 120 homens e oito viaturas. A C.I.P.M. de Cajazeiras fica na Estrada do Coqueiro Grande, num prédio onde havia um shopping comunitário abandonado próximo ao supermercado Bom Preço. No bairro também está instalada a 13ª Delegacia da Polícia Civil, que esta localizada entre a Cajazeira VIII e a Cajazeira X.

Abastecimento

Alem de pequenas casas comerciais, o bairro possui também uma unidade da rede de supermercados Bom Preço (ex - Paes Mendonça e ex-Supermar) que agrega também o único posto de combustível. E no largo da Cajazeira VIII está localizada a feira do bairro que tem o seu dia de maior movimento nos sábados e carece de infra-estrutura. Na Cajazeira X esta localizada uma loja da Cesta do Povo que possui uma feirinha acoplada. Fora estes serviços a população faz as compras adicionais no centro da cidade ou no bairro de Castelo Branco. Alem de bares e diversos restaurante o bairro possui também churrascarias, sorveterias e pizzarias com entrega à domicílio.

Transporte

O contínuo crescimento da população só faz realçar os problemas, destacando como principal a carência no setor de transporte. Atuam na área das Cajazeiras um numero insuficiente de veículos que venha a atender à demanda de passageiros. O que alivia a situação é a presença do sistema de transporte suplementar de microônibus e vans, que fazem as linhas para a região de São Cristóvão, Itapuã e Brasilgás, na rodovia BR-324. A população de Cajazeiras sofre quanto ao transporte, pois e notório a necessidade de outras linhas e novos itinerários que dêem uma maior interligação entre os bairros do conjunto. Após vários sofrimentos com a Estação EVA, a Estação Nova Esperança, hoje utiliza-se a Estação Pirajá que conta com 43 linhas (entre normais, noturnas e especiais) interligando Cajazeiras, Fazenda Grande, Boca da Mata e os bairros adjacentes a diversos pontos da cidade, num sistema de transporte integrado onde o passageiro paga apenas uma tarifa. E existem 20 linhas que fazem o itinerário Bairro – Centro, direto sem passar pela Estação. Alem do transporte coletivo e do serviço de transporte complementar, o bairro possui o serviço Caja-Taxi, onde o morador liga e o táxi vai buscá-lo em sua residência. Apesar de ter alguns serviços relevantes e importantes para a população, Cajazeiras não dispõem de uma agência bancária, a que tinha (Caixa Econômica Federal) fechou devido aos constantes assaltos, e de um cemitério para enterrar seus mortos. Quem necessitar de alguns destes serviços devem se deslocar a outros bairros adjacentes ou ao centro da cidade.

IBGE: população brasileira é de 189,6 milhões de habitantes

Os 5.565 municípios brasileiros têm atualmente 189,6 milhões de habitantes e a capital paulista é a mais populosa, com 10,9 milhões de pessoas. É o que mostra a pesquisa Estimativas Populacionais 2008, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo indica que no segundo lugar do ranking dos municípios mais populosos do país aparece o Rio de Janeiro, com 6,1 milhões de habitantes, e, em seguida, Salvador, com 2,9 milhões.

Belo Horizonte, que no ano 2000 ocupava o quarto lugar, agora está na sexta posição. A capital mineira foi ultrapassada pelo Distrito Federal, que neste ano atingiu uma população de 2,5 milhões de pessoas. Fortaleza manteve nos últimos oito anos o quinto lugar na lista.

A pesquisa mostra que, na outra ponta, está o município de Borá, em São Paulo, que continua com a menor população do país, estimada em 834 habitantes, apenas 39 a mais do que em 2000. Dentre os cinco municípios brasileiros com menos de mil habitantes em 2000, somente Borá e a cidade mineira de Serra da Saudade (com 889 habitantes) continuaram nessa posição em 2008. A pesquisa divulgada hoje inclui o novo município de Nazária (PI).

De acordo com o IBGE, para os novos resultados populacionais foi utilizada uma metodologia que conciliou os dados do censo com os componentes demográficos, o que permitiu avaliar e até corrigir informações sobre o volume e a composição da população por sexo e idade.

Os dados foram divulgados na edição de hoje do Diário Oficial da União. Segundo o IBGE, as prefeituras têm 20 dias, a contar da publicação, para reclamar das informações contidas no estudo. Depois desse prazo, o IBGE tem até o dia 31 de outubro para encaminhar as estimativas ao Tribunal de Contas da União (TCU).

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Urbanização da Vila Metrô vai beneficiar 280 famílias



A Prefeitura de Salvador vai construir 200 unidades domiciliares na Vila Metrô, localizada entre o Arraial do Retiro, a BR-324 e a Mata Escura, e ocupada por integrantes do Movimento dos Sem-Teto de Salvador (MSTS). O projeto de urbanização integrada foi desenvolvido pela Secretaria Municipal da Habitação(Sehab) e está sendo analisado pela Caixa Econômica Federal (CEF), órgão responsável pela aprovação e liberação dos recursos.

A iniciativa tem recursos do Ministério das Cidades, através do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), e contrapartida da Prefeitura, com verba total de R$ 5,71 milhões. As 200 casas atenderão prioritariamente aos atuais moradores da localidade. Após aprovação, as obras serão executadas pela Secretaria Municipal de Transportes e Infra-Estrutura (Setin), através da Superintendência de Urbanização da Capital (Surcap). Devem começar em outubro para que, em um ano, a Vila esteja pronta.

Início das obras



O primeiro passo para o início das obras foi dado esta semana. O pontilhão de acesso à comunidade já está sendo fabricado pela Desal. Esta é a principal reivindicação dos moradores, já que a ponte atual foi improvisada e algumas pessoas já se machucaram na passagem. A nova ponte será instalada no prazo de 15 a 20 dias.



A Prefeitura autorizou também a limpeza do terreno, sob a responsabilidade da Superintendência de Urbanização da Capital (Surcap). Esta ação também era esperada pela comunidade, já que o terreno está encoberto pelo mato, propiciando muitos casos de violência.
O chefe de engenharia da Sehab, Jailson Farias, informou que foram feitos estudos, constatando que as 200 unidades já atendem ao total de moradores da região (cerca de 280 famílias) e, com isso, provavelmente não virão pessoas de outras áreas para morar na vila. No entanto, Farias frisou a necessidade de um cadastro dos moradores, que será enviado à CEF para análise.

Projeto integral

Além das unidades domiciliares, uma parceria entre a Sehab, a SMEC e a Secretaria Municipal de Economia, Emprego e Renda (Sempre) proporcionará a implantação de um projeto de alfabetização e profissionalização, visando beneficiar mais de 1,5 mil pessoas envolvidas na construção do conjunto habitacional. Será construída uma escola próxima ao local para facilitar o acesso dos alunos, que contará com o ensino da Educação Infantil, Fundamental e Educação para Jovens e Adultos (EJA), além de programas pedagógicos e sociais, como o Salvador Cidade das Letras e ProJovem.

A Vila terá um centro comunitário para sediar reuniões, festas e demais atividades sociais e associativas, integrando salas com 60 metros quadrados, podendo ser utilizada para cursos profissionalizantes. E contará também com áreas reservadas para boxes comerciais que serão ferramentas de sustentabilidade para a comunidade. Os estabelecimentos abrigarão equipamentos de apoio, como padaria, lanchonete, mercearia, postos de serviço, lotéricas, armarinho e bazar.

O projeto envolve também sistema viário, saneamento básico, infra-estrutura e ações socioeducativas. As melhorias na infra-estrutura urbana incluem novos sistemas viário, de drenagem e esgotamento sanitário e de complementação da rede de abastecimento de água. Também estão previstas contenção de encostas, relocação de habitações situadas em áreas de risco, 22 melhorias nas moradias, implantação de 22 unidades sanitárias, instalação de equipamento comunitário e área de lazer.

Guerra de charges






Duas das principais revistas americanas satirizaram Barack Obama (republicano) e John McCain (democrata), candidatos à Presidência dos EUA.

A primeira charge esteve na capa da The New Yorker. Obama aparece vestido como fundamentalista islâmico e sua mulher, Michelle, carrega fuzil e armamento. Ao fundo há um retrato de Osama Bin Laden e na lareira queima uma bandeira dos EUA. A revista justificou: "A capa satiriza as táticas do medo e desinformação usadas para desestabilizar a campanha de Barack Obama."

A revista Vanity Fair (que é da mesma editora) respondeu com outra charge. Brincou com os 71 anos de John McCain e o apresentou com um andador. A sua mulher, Cindy, carrega remédios. Quem aparece no quadro é George W. Bush e, na lareira, o que McCain queima é a Constituição dos EUA.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Avanço na urbanização das favelas



A urbanização de favelas - de que é exemplo a de Paraisópolis, mostrada em reportagem de O Estado de S. Paulo - é um dos projetos mais importantes em execução na capital, por várias razões. Entre elas, o seu profundo alcance social e o fato de ser tocado em parceria pelos governos municipal, estadual e federal, numa demonstração pouco comum de superação de diferenças políticas em nome do interesse público.

Com ruas niveladas e pavimentadas - restam muito poucas vias de terra -, córregos canalizados, redes de água e esgoto, coleta de lixo, postos de saúde, um número cada vez maior de escolas, lojas de departamentos que começam a chegar, salas de cinema, imobiliárias, lojas para a venda de veículos por consórcio, rápida multiplicação de casas de tijolos e lojas de material de construção, a Favela de Paraisópolis vai deixando de merecer esse nome, que sugere barracos e vielas imundas, e ganhando perfil de bairro. Como diz a coordenadora do Programa de Urbanização de Paraisópolis, Maria Teresa Diniz, a sua transformação em bairro já se tornou “um processo irreversível”. Não é à toa que já existem ali até mesmo alguns imóveis amplos, confortáveis, que nada ficam a dever aos existentes em bairros de classe média e cujos valores chegam a R$ 200 mil.

Até o final do ano que vem, os governos municipal, estadual e federal devem investir um total de R$ 300 milhões na urbanização de Paraisópolis. Essas obras fazem parte de um projeto mais amplo, de R$ 1,4 bilhão, que inclui as Favelas de Heliópolis, das margens do córrego do Ipiranga e das vizinhanças das Represas Billings e Guarapiranga. Além dos investimentos em infra-estrutura e serviços, a urbanização se sustenta em outro pilar - a regularização fundiária. A legalização dos imóveis - a quase totalidade dos moradores não tem escritura deles -, que dá tranqüilidade aos proprietários e os estimula a melhorar suas moradias, é essencial, segundo os especialistas, para garantir o êxito desse tipo de projeto.

Como as ações de usucapião demoram muito, a Prefeitura vem negociando terrenos invadidos com os proprietários - em troca de abatimento de dívidas fiscais ou certificados de potencial construtivo, que podem ser vendidos a empresas interessadas na construção de edifícios com áreas que superam o limite fixado pelo zoneamento - para conseguir regularização fundiária mais rápida. Assim foram regularizados 2 mil imóveis em Paraisópolis.

A urbanização é hoje considerada a única forma realista de resolver o problema das favelas, que na capital têm uma população de 2 milhões de pessoas. Quanto aos que nelas moram em áreas de risco - barrancos ou beira de córregos -, e que são uma minoria, devem ser transferidos para conjuntos habitacionais.

É de se esperar que os resultados animadores dessa parceria convençam a Prefeitura, o Estado e a União a mantê-la.

Urbanização Mundial

As primeiras cidades surgiram na Mesopotâmia (atual Iraque), depois vieram às cidades do Vale Nilo, do Indo, da região mediterrânea e Europa e, finalmente, as cidades da China e do Novo Mundo.
Embora as primeiras cidades tenham aparecido há mais de 3.500 anos a.C., o processo de urbanização moderno teve início no século XVIII, em conseqüência da Revolução Industrial, desencadeada primeiro na Europa e, a seguir, nas demais áreas de desenvolvimento do mundo atual.

No caso do Terceiro Mundo, a urbanização é um fato bem recente. Hoje, quase metade da população mundial vive em cidades, e a tendência é aumentar cada vez mais.
A cidade subordinou o campo e estabeleceu uma divisão de trabalho segundo a qual cabe a ele fornecer alimentos e matérias-primas a ela, recebendo em troca produtos industrializados, tecnologia etc. Mas o fato de o campo ser subordinado à cidade não quer dizer que ele perdeu sua importância, pois não podemos deixar de levar em conta que:
• Por não ser auto-suficiente, a sobrevivência da cidade depende do campo;
• Quanto maior a urbanização maior a dependência da cidade em relação ao campo no tocante à necessidade de alimentos e matérias-primas agrícolas.

Conceito
A urbanização resulta fundamentalmente da transferência de pessoas do meio rural (campo) para o meio urbano (cidade). Assim, a idéia de urbanização está intimamente associada à concentração de muitas pessoas em um espaço restrito (a cidade) e na substituição das atividades primárias (agropecuária) por atividades secundárias (indústrias) e terciárias (serviços). Entretanto, por se tratar de um processo, costuma-se conceituar urbanização como sendo "o aumento da população urbana em relação à população rural", e nesse sentido só ocorre urbanização quando o percentual de aumento da população urbana é superior a da população rural.

A Inglaterra foi o primeiro país do mundo a se urbanizar (em 1850 já possuía mais de 50% da população urbana), no entanto a urbanização a celerada da maior parte dos países desenvolvidos industrializados só ocorreu a partir da segunda metade do século XIX.

Além disso, esses países demoram mais tempo para se tornar urbanizados que a maioria dos atuais países subdesenvolvidos industrializados. Vemos, então, que, em geral, quanto mais tarde um país se torna industrializado tanto mais rápida é sua urbanização. Observe esses dados:

• Em 1900 existiam no mundo dezesseis cidades com população superior a 1 milhão de habitantes. Dessa, somente duas (Pequim e Calcutá) pertenciam ao Terceiro Mundo.

• Em 1950 havia vinte cidades no mundo com população superior a 2,5 milhões de habitantes. Dessas, apenas seis (Xangai, Buenos Aires, Calcutá, Bombaim, Cidade do México e Rio de Janeiro) estavam situadas no Terceiro Mundo. Observação: a cidade de São Paulo nem constava dessa lista.

• Para o ano 2000, as estimativas mostram que, das 26 aglomerações urbanas com mais de 10 milhões de habitantes, nada menos que vinte delas estarão no Terceiro Mundo. A maior aglomeração urbana mais populosa do mundo será a Cidade do México, com 32 milhões de habitantes, o equivalente à população da Argentina em 1990. São Paulo aparece como a segunda aglomeração urbana, com 26 milhões de habitantes.

Urbanização nos diferentes grupos de países

Considerando-se os vários agrupamentos de países, a situação urbana pode ser simplificada como mostramos a seguir.
Países capitalistas desenvolvidos. A maior parte desses países já atingiu índices bastante elevados e, praticamente, máximos de urbanização. A tendência, portanto, é de estabilização em torno de índices entre 80 e 90%, embora alguns já tenham ultrapassado os 90%. Países capitalistas subdesenvolvidos. Nesse grupo, bastante heterogêneo, destacamos:

• Subdesenvolvidos industrializados. A recente e rápida industrialização gerou acentuado desequilíbrio das condições e da expectativa de vida entre a cidade e o campo, resultando num rapidíssimo processo de urbanização, porém com conseqüências muito drásticas (subemprego, mendicância, favelas, criminalidade etc.). Isso porque o desenvolvimento dos setores secundário e terciário não acompanhou o ritmo da urbanização, além da total carência de uma firme política de planejamento urbano. Alguns desses países apresentam taxas de urbanização iguais e até superiores às de países desenvolvidos, embora, com raras exceções, a urbanização dos países subdesenvolvidos se apresente em condições extremamente precárias (favelas, cortiços etc.).

• Subdesenvolvidos não-industrializados. Em virtude do predomínio das atividades primárias, a maior parte desses países apresenta baixos índices de urbanização.
Países socialistas. Os países socialistas são relativamente pouco urbanizados. A razão fundamental está na planificação estatal da economia, que tem permitido ao estado controlar e direcionar os recursos (investimentos), podendo assim exercer maior influência na distribuição geográfica da população. Os índices de população urbana dos países socialistas desenvolvidos são semelhantes aos do subdesenvolvidos industrializados.

Geografia Geral - Geografia - Brasil EScola

CLASSIFICAÇÃO DAS CIDADES


Urbanização é o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da área rural para os centros urbanos (as cidades). Para que um país seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser superior a quantidade que vive do campo.

As cidades podem ser classificadas de acordo com seu tamanho, atividade econômica, importância regional entre outras características.
Classificam-se em:

Municípios: São as menores divisões político-administrativas, todo município possui governo próprio, sua área de atuação compreende a parte urbana e rural pertencente ao município.

Cidades: É a sede do município, independente do número de habitantes que possa ter, as atividades econômicas nas cidades diferem das do campo, as atividades principais são centralizadas nos setor secundário e terciário.

Macrocefalia Urbana: Caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos, principalmente nas metrópoles, provocando o processo de marginalização das pessoas que por falta de oportunidade e baixa renda residem em bairros que não possuem os serviços públicos básicos, e com isso enfatiza o desemprego, contribui para a formação de favelas, resultando na exclusão social de todas as formas.

Metrópoles: São cidades com densidade demográfica superior a 1milhão de habitantes (ex: Goiânia, São Paulo).

Conurbações: È quando um município ultrapassa seus limites por causa do crescimento e com isso encontra-se com os municípios vizinhos.

Regiões Metropolitanas: É a união de dois ou mais municípios formando uma grande malha urbana, é comum nas cidades sedes de estados (ex.Goiânia, Aparecida de Goiânia e cidades do entorno).

Megalópole: É a união de duas ou mais regiões metropolitanas.

Tecnopólos: ou Cidades ciência, são cidades onde estão presentes centros de pesquisas, universidades, centros de difusão de informações. Geralmente os tecnopólos estão alienados a universidades e indústrias.

Verticalização: È a transformação arquitetônica de uma cidade, ou seja, a mudança da forma horizontal das construções (ex: casas), para a verticalização (construção de prédios).

Segregação Espacial: È o foco do poder público as regiões onde a parcela da população possui melhor poder aquisitivo, e omissão as regiões periféricas desprovidas dos serviços públicos.

Cidades Formais: São cidades planejadas.

Cidades Informais: São compostas pelas regiões periféricas, regiões onde não possui infra-estrutura suficiente.

China reprime protesto em região autônoma


Por atrair a atenção internacional, a realização dos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto de 2008, transformou-se numa oportunidade para o movimento nacionalista do Tibete protestar contra a domínio da China sobre a região.

Os primeiros protestos surgiram logo após a prisão de monges tibetanos que organizaram uma passeata para marcar os 49 anos do grande levante contra o governo chinês. Em seguida, milhares de pessoas que moram na região também foram às ruas, reivindicando a independência.

Como sempre faz quando autoriza os seus militares a realizarem repressões, o governo chinês censurou emissoras de televisão, jornais e sites que tentaram divulgar informações sobre o Tibete. Apenas a televisão oficial chinesa tinha autorização para falar sobre o assunto.

Massacres
No entanto, observadores internacionais informaram que o massacre provocou mais de 120 mortes - os chineses admitem apenas 13. Uma coisa é certa: os protestos foram apontados como os maiores e mais violentos das últimas duas décadas. Aconteceram a menos de cinco meses da abertura dos Jogos Olímpicos, evento que tem um importante caráter diplomático para os chineses, visando a integrar o país na comunidade mundial, independente do regime político totalitário que ali vigora.

O regime comunista chinês não aceita a hipótese de divergências de idéias, uma prática comum em democracias. Em 1989, por exemplo, o governo da China reprimiu com violência uma manifestação iniciada por estudantes que reivindicavam mais liberdade política. O protesto, que ficou conhecido como o massacre da Paz Celestial, reuniu cerca de 100 mil pessoas, que foram às ruas para denunciar a corrupção e o totalitarismo.

Civilização tibetana
O Tibete é uma região da Ásia Central com cerca de 1,2 milhão de quilômetros quadrados e uma altitude média de cerca de 5 mil metros. O isolamento provocado pela altitude favoreceu o surgimento de uma civilização característica com mais de 2 mil anos de história própria.

No século 7, o país se converteu num reino lamaísta, uma seita local do budismo, que definiria, em linhas gerais, o caráter religioso ou teocrático da estrutura política e econômica do Tibete. O budismo tibetano atribui ao seu líder espiritual o título de Dalai-Lama e lhe confere também o poder governamental, num regime com características monárquicas.

O Dalai-Lama é considerado uma reencarnação de líderes espirituais anteriores, que são manifestações de Avalokteshvara ou Chenrezi, o santo padroeiro do Tibete, um Bodhisattva, termo budista que designa um ser de sabedoria e bondade.

O lamaísmo conseguiu sobreviver à invasão do Império mongol no século 13, à dos chineses no século 18, bem como a uma década em que o país se transformou num protetorado britânico, no início do século 20. Entre 1911 e 1950, o Tibete foi um país independente perante a maior parte da comunidade internacional, até que a Revolução chinesa colocou no poder Mao Tsé-Tung e o expansionismo chinês resultou numa nova invasão do país, em 1950.

Região autônoma
O Tibete foi anexado à China como província e assim se manteve a despeito da resistência tibetana. Em 1959 ocorreu o grande levante da população do país contra o domínio chinês - cujo 49o aniversário foi o estopim dos protestos de 2008. No entanto, a revolta foi violentamente reprimida e o Dalai-Lama, líder espiritual e político dos tibetanos, foi obrigado a exilar-se na Índia.

Em 1963, depois de muita pressão internacional, o Tibete foi reconhecido pelo China como uma região autônoma e ganhou um governo próprio, submisso, porém, a Pequim. A luta pela independência tibetana, porém, continuou e ganhou repercussão maior a partir da concessão do prêmio Nobel da paz ao Dalai-Lama.

Apesar do poder repressivo chinês, é provável que novas manifestações continuem ocorrendo no Tibete e em outros países, em especial na Europa, onde há simpatia pela causa da independência tibetana.

Urbanização da população diminui taxa de fecundidade

Eder Melgar*
Especial para a Folha de S. Paulo
Entre as muitas conseqüências da urbanização da população, a redução do ritmo de crescimento populacional é uma das mais significativas. A organização social e econômica urbana parece não combinar com uma taxa de fertilidade --número médio de filhos por mulher-- muito alta.

Pode-se afirmar, genericamente, que, nas sociedades urbanas, o maior custo para a criação dos filhos, associado ao maior acesso aos métodos contraceptivos e à necessidade das mulheres de trabalhar fora de casa para compor a renda familiar, leva inevitavelmente à redução dessa taxa.

Os países mais pobres, também chamados de menos desenvolvidos ou de subdesenvolvidos, apresentavam na década de 60 uma taxa média de seis filhos por mulher, o que fazia com que suas populações crescessem em um ritmo muito acelerado.

Em muitos deles, após uma intensificação da urbanização, ocorreram reduções substanciais nas taxas de fertilidade, tendo baixado a média do grupo atualmente para 2,9 filhos por mulher, o que resulta em uma diminuição do ritmo de crescimento populacional. O Brasil e o México são ótimos exemplos desse processo.

Mesmo alguns países com população predominantemente rural, como a China, a Índia e a Indonésia, apresentaram nas últimas décadas um declínio significativo em suas taxas de fertilidade.

Lembre-se de que, embora tenham uma população urbana relativamente baixa, em torno de 30%, possuem populações absolutas muito grandes, o que implica que uma enorme população reside nas cidades. Por exemplo, na China, "só" 32% da população é urbana, mas isso representa mais de 350 milhões de pessoas.

Nos países mais ricos, a taxa de fertilidade é, no geral, inferior a 2,1 filhos por mulher. Na Europa, a média está próxima de 1,3. Do jeito que a coisa vai, é possível que, até o final deste século, a população mundial passe a declinar.

CONGESTIONAMENTOS

Congestionamentos se agravam nas metrópoles do país

Congestionamentos de até 150 km já são constantes em São Paulo
As maiores cidades do Brasil têm um problema em comum, além da violência e do desemprego: os congestionamentos diários. Nos últimos dez anos, a frota de veículos do país passou de 30 milhões para 50 milhões, um aumento de 66.6%.

No mesmo período, poucas obras de infra-estrutura - abertura de novas ruas e avenidas, aumento das faixas nas pistas e investimento no transporte de massa - foram realizadas pelas prefeituras, Estados ou pelo governo federal.

Apenas para exemplificar, ainda na última década, o número de ônibus nas nove maiores capitais brasileiras caiu 9%, enquanto a quantidade de passageiros transportados foi aumentada em 25%.

Além desses fatores, os especialistas em trânsito apontam outros motivos para justificar os constantes engarrafamentos: a facilidade para a obtenção de crédito bancário e os planos de financiamento oferecidos pelas concessionárias de automóveis - as principais montadoras instaladas no Brasil comercializam os seus modelos em até 72 meses (seis anos).

Mais carros do que bebês
Em São Paulo, a maior cidade do país, os engarrafamentos, que irritam pedestres e motoristas, podem ser explicados de uma maneira mais simples: o número de carros novos que entram em circulação todos os dias (800) é maior do que o nascimento de bebês a cada 24 horas (500).

A situação caótica do trânsito brasileiro preocupa o governo federal, principalmente depois que o país foi confirmado pela FIFA como sede da Copa de 2014. No começo deste mês, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, afirmou que existem estudos para a criação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Trânsito.

Londres e Paris
Mesmo sem a realização de grandes obras, algumas cidades importantes do mundo têm enfrentado com sucesso os problemas do trânsito. Em Londres, Inglaterra, os motoristas que circulam no centro têm que pagar cerca de R$ 35 (preço de março de 2008). Apenas com a adoção dessa medida, houve ma redução de 30% no número de carros circulando nas regiões centrais da capital inglesa.

Em Paris, pelo menos 10 mil bicicletas públicas foram instaladas em 750 pontos. Quem quer fugir dos engarrafamentos de uma das cidades mais visitadas por turistas em todo o mundo gasta muito pouco: por R$ 2,64 (valor de março de 2008) pode retirar a bicicleta em um ponto e devolvê-la em outro, no prazo máximo de uma hora.

Exemplo colombiano
O governo de Cingapura é menos tolerante em relação aos congestionamentos: o proprietário de um automóvel tem de pagar uma licença de R$ 21 mil, valor muito alto para os padrões econômicos da maioria da população do país asiático.

Na América do Sul, Bogotá, capital da Colômbia, privilegiou o transporte coletivo como forma de combater os engarrafamentos. Na cidade, os corredores de ônibus das principais ruas e avenidas contam com pista dupla para facilitar as ultrapassagens.

Com isso, a velocidade média dos ônibus na cidade é de 27 km/hora. Em São Paulo, cidade muito maior do que Bogotá, os ônibus trafegam com uma velocidade média muito inferior _apenas 12 km/hora.

Poluição do ar
O trânsito caótico nas grandes metrópoles também traz um outro prejuízo para seus habitantes: a poluição. Projeções feitas por empresas e organizações que trabalham com o meio ambiente mostram que, se medidas alternativas não forem adotadas com urgência em São Paulo, para combater os problemas causados pelo excesso de veículos, o ar da maior cidade brasileira será um dos piores do mundo, muito semelhante ao de Cubatão (SP), nas décadas de 70 e 80.

Na época, esta cidade próxima ao porto de Santos (SP) ficou conhecida como o "Vale da Morte" por causa da poluição. Somente com a implantação de uma legislação ambiental mais rigorosa e a mudança de mentalidade dos empresários é que a Prefeitura de Cubatão resolveu o problema.

Montenegro é a mais nova nação do mundo

Em referendo realizado em Montenegro, na antiga Iugoslávia, 55,4% dos quase 700 mil habitantes votaram pela separação em relação à outra república, Sérvia.

Histórico, esse ritual pacífico de divisão representa o episódio derradeiro da "balcanização" (fragmentação) da federação iugoslava. Desde 2003, a ex-Iugoslávia, que era formada por seis repúblicas (Eslovênia, Croácia, Bósnia-Herzegóvina, Sérvia, Montenegro e Macedônia) e duas regiões autônomas (Kosovo e Voivodina), estava reduzida à República Sérvia e Montenegro.

Sob o comando do croata marechal Josip Broz Tito, a Iugoslávia surgiu na península Balcânica como uma república socialista após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com a morte de Tito, em 1980, e as transformações desencadeadas a partir da queda do muro de Berlim, em 1989, e da desintegração da União Soviética, em 1991, as tensões nacionalistas entre as repúblicas na Iugoslávia reapareceram.

Seu processo de desintegração teve início com a independência da Eslovênia, em 1991, e em seguida da Croácia, sob protestos dos sérvios, que defendiam a manutenção da federação. Quando a Bósnia-Herzegóvina, por meio de uma aliança entre bósnios muçulmanos e croatas, declarou sua emancipação, os sérvios, cristãos ortodoxos, residentes na região protestaram. Temiam transformar-se em minoria numa nação de maioria muçulmana.

A Sérvia interveio militarmente e teve início a Guerra da Bósnia (1992-1995), que deixou mais de 250 mil mortos e só terminou após a interferência da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e a assinatura do Acordo de Dayton (1996), que criou a República da Bósnia-Herzegóvina.

A nova Iugoslávia, reduzida aos territórios de Sérvia e Montenegro, após a independência da Macedônia, em 1992, enfrentou outro movimento separatista. Dessa vez, a maioria albanesa de Kosovo, cansada das arbitrariedades do regime de Belgrado, decidiu ir à guerra. Comandados por Slobodan Milosevic (1941-2006), militares sérvios promoveram uma verdadeira "limpeza étnica" durante a Guerra de Kosovo (1998-1999), causando a morte de milhares de albaneses muçulmanos. Sob protestos internacionais e com nova intervenção da Otan, o conflito foi controlado. Atualmente, esse território é praticamente um protetorado sob controle da missão da ONU em Kosovo. Com a independência, Montenegro é a mais nova nação do mundo, com pretensões de ingressar no seleto clube da União Européia.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA


Urbanização Brasileira
As raízes da urbanização brasileira são decorrentes da história, os primeiros centros urbanos surgiram no século XVI, ao longo do litoral devido à produção do açúcar, nos séculos XVII e XVIII, a descoberta de ouro fez surgir vários núcleos urbanos e no século XIX a produção de café foi importante no processo de urbanização, em 1872 a população urbana era restrita a 6% do total de habitantes.

Posteriormente, no início de século XX, a indústria foi um instrumento de povoamento, a partir da década de 1930, o país começou a industrializar-se, como o trabalho no campo era duro e a mecanização já provocava perca de postos de trabalho, grande parte dos trabalhadores rurais foram atraídos para as cidades com intuito de trabalhar no mercado industrial que crescia, esse êxodo rural elevou de forma significativa o número de pessoas nos centros urbanos. Atualmente 80% da população brasileira vive nas cidades, apesar disso, o Brasil é um país urbano, industrial e agrícola.


Ao longo das décadas a população brasileira cresceu de forma significativa, ao passo desse crescimento as cidades também tiveram sua aceleração em relação ao tamanho, formando imensas malhas urbanas, ligando uma cidade a outra e criando as regiões metropolitanas (agrupamento de duas ou mais cidades).


O crescimento desenfreado dos centros urbanos provoca conseqüências, como o trabalho informal e o desemprego decorrente de sucessivas crises econômicas. Outro problema muito grave provocado pela urbanização sem planejamento é a marginalização dos excluídos que habitam áreas sem infra-estrutura (saneamento, água tratada, pavimentação, iluminação, policiamento, escolas e etc.) e junto a isso a criminalidade (tráfico de drogas, prostituição, seqüestros etc.).


A falta de um plano diretor não só demanda problemas sociais como também provoca alterações ambientais, um exemplo dessa realidade é a poluição do lixo, milhões de pessoas consumem e produzem os mais diversos detritos que diariamente são depositados em lixões a céu aberto sem receber nenhum tratamento, esse lixo transmite doenças, polui o lençol freático.
Outra poluição presente nas cidades é a atmosférica, proveniente da emissão de gases de automóveis e indústrias, esses gases provocam problemas de saúde, principalmente respiratórios e, por fim, a poluição das águas, pois os dejetos das residências e indústrias são lançados, sem tratamento, nos córregos e rios, no período chuvoso ocorrem as cheias que dispersam a poluição por toda área.

Em suma percebe-se que a maioria dos problemas urbanos é, primeiramente, de responsabilidade do poder público que muitas vezes são omissos em relação a essas questões, em outros momentos podemos apontar a própria população como geradora de problemas, como o lixo que é lançado em áreas impróprias, na verdade a tarefa de fazer com que a cidade seja um lugar bom pra se viver é de todos os que nela habitam.

SALVADOR UM PASSEIO NA SUA HISTÓRIA

JUSTIFICATIVA

Vivemos o início do século XXI, momento histórico de muitos avanços tecnológicos, espaciais, mas ainda palco de muitas desigualdades sociais e económicas no mundo, no Brasil e principalmente na nossa cidade de Salvador. Para transformarmos essa realidade que grita nos nossos ouvidos, precisamos conhecer toda construção de nossa história, porque pensamos como pensamos, porque nossa cultura, nossa arte, nossa sociedade são exatamente dessa forma, com beleza, brilho, alegria que atrai tantos povos, mas ao mesmo tempo convive com tantos problemas e dificuldades. Esse trabalho é fundamental porque nos possibilitará enxergar aquilo que teimamos em ocultar, valorizando tudo que há de especial, diferente e transformando todas necessidades que possam ser encontradas.
Esse roteiro de estudos foi montado para continuar aprofundando o conhecimento sobre a realidade da cidade de Salvador. Vivemos numa realidade cheia de contrastes, desigualdades e ao mesmo tempo cheia de encantos, festas e turismo, por isso precisamos analisar conhecer e criar as propostas para mudanças dessa realidade.











OBJETIVO






Fazendo com que o aluno possa conhecer Salvador de forma crítica e discutida, como chegou a ser o que é hoje, contextualizando a atualidade, buscando sempre a construção da sua cidadania.
Aprofundar o conhecimento sobre a realidade atual da cidade de Salvador e buscar o papel social de cada aluno nessa sociedade.
Aprofundar os aspectos: meio ambiente, educação, transporte, saúde, segurança e saneamento/habitação dentro da realidade de Salvador.
Propor uma ação efetiva para a transformação da cidade.







METODOLOGIA

Cada sala deverá aprofundar o estudo dos bairros da cidade evidenciando a historia e comparando com a atualidade, a partir dos seguintes aspectos:
• Transporte.
• Turismo.
• Habitação.
• Saúde.
• Economia - Emprego.
• Cultura - Educação.

As salas serão subdivididas em equipes para aprofundar cada aspecto dentro do bairro escolhido , com orientação das diísciplinas de história,geografia e sociologia.


PONTUAÇÃO
1 ETAPA

Obs:Cada grupo deverá fazer uma apresentação em POWER POINT com o bairro escolhido valendo 1,0 ponto da nota global.

2 ETAPA
Visita cultural alguns bairros da cidade com apresentação de relatorio 1,0 pontos.






Em função do projeto 8 jeitos de mudar o mundo tratar do aquecimento global e questões relativas ao meio ambiente será proposto algumas sugestões para o desenvolvimento dentre elas:

• Listar as principais áreas de preservação ambiental de Salvador, comparando com a distribuição geográfica, a fim de perceber a influência das diferenças sociais nas questões ambientais.
• Estudar de forma aprofundada os principais problemas que sofre o meio ambiente na cidade de Salvador.
• Propor sugestões que possam ser efetivadas por órgãos não governamentais e governamentais, assim como uma ação na comunidade, a fim de minimizar os impactos ao meio ambiente.
• Estudar o nível de poluição da cidade de Salvador.
Atividades:
• Pesquisar em órgãos competentes governamentais e ONGs para respaldar teoricamente as informações.
• Visitar os remanescentes da Mata Atlântica na cidade de Salvador, áreas de preservação e seus principais problemas.
• Conhecer o Parque Metropolitano de Pituaçu, a fim de constatar a evolução do processo de degradação de uma das principais reservas metropolitanas.
• Fotografar os espaços visitados, comparando as realidades dos bairros de acordo com a classe econômica.




PROFESSOR ALFREDO ROSENDO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS